10.7.07

Gilda: HQ inacabada








Acima, mais uma História em Quadrinhos, feita por Zeméco, nos anos 1950, mas inacabada, intitulada Gilda.

Primeiras HQs





Zeméco escreveu primeiras Histórias em Quadrinhos pelos anos 1950. Essa acima é de uma tema que o desenhista sempre gostou: faroeste. Criou o cowboy Jin Dancer. Quando jovem, Zeméco foi ajudante de projecionista no cinema do seu Cataldo, em São José do Norte - Rio grande do Sul - Brasil, e lá, como ele mesmo conta, em certos filmes que a diligência caía no despenhadeiro, ele colocava o dedo no rolo do filme e fazia a fita retroceder... Primeiros efeitos especiais na vida do pintor.
Observação: Na foto da página 2, há a "intervenção" da neta Júlia, passando caneta sobre o desenho ainda a lápis, os demais a nanquim. Coisas da vida.

30.6.07

Foto recente de Zeméco

13.5.07

Agradecimento de Zeméco

A pedido de Zeméco, o blogue Olhar Virtual expressa seu agradecimento ao arquiteto Oscar Décio Carneiro, Conselheiro estadual do IAB e presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico da cidade do Rio Grande, pela menção a vida e obra de Zeméco, em artigo publicado na edição de 11/05/2007, do Jornal Agora, de Rio Grande-RS-Brasil, sob o título de "Educação patrimonial: São José do Norte cultural", em que destacamos a referência ao artista plástico nortense: "Agora São José do Norte dá outro passo importante na consolidação de sua vocação cultural ao discutir o tombamento das obras de Zeméco. Como é sabido, Zeméco, ou José Américo Roig, nasceu em São José do Norte no ano de 1934 e já com a tenra idade de 5 anos começou a desenhar. Autodidata tornou-se um grande pintor e um de seus temas prediletos é a arquitetura colonial de sua cidade natal, que retrata com maestria. Com sua sensibilidade artística, ele perpetuou em suas telas muitos prédios de grande beleza. Alguns dentres os prédios retratados, contemporâneos seus não souberam valorizar e deixaram cair ou promoveram as demolições ou até descaracterizaram a fachada principal como é o caso do sobrado dos Gibbon, em plena rua General Osório, a rua principal, a mesma que foi cenário em 16 de julho de 1840 da Batalha de São José do Norte e merece também por isso todo o cuidado com sua paisagem urbana".
A íntegra do artigo pode ser acessada abaixo, através do link (atalho) para o jornal:
Observação: A imagem acima retrata a Casa Ferrari, um dos tantos casarios históricos de São José do Norte, que só existem na memória visual de Zeméco, e em seus quadros.

Casa do Zeméco: "De volta pro futuro"

Foto 1
Foto 2

Eis algumas fotos recentes da casa do Zeméco. Foto 1, visão da fachada, com as esculturas feitas por Zeméco e as flores plantadas por dona Hildette. Comparem com as fotos da casa original. Foto 2, entrada do terreno, com Júlia (neta do pintor) abrindo o portão. Na janela à esquerda encontra-se o estúdio de artes de Zeméco, onde ele produz a maioria de suas obras.

Zeméco no fundo do terreno da casa da praia

Aqui, outro flagrante do artista plástico José Américo Roig, o Zeméco, nos fundos do terreno de sua casa, no início dos anos 1980, onde se pode ver ainda os tonéis de óleo da antiga usina que alimentara o balneário, movida a diesel, até a ligação elétrica com a sede do município. Zeméco, em pleno areal, tentava regar com uma mangueira algumas mudas de grama que teimavam em não se fixar no terreno. Hoje, quem visita a casa do pintor nortense tem uma visão totalmente diferente, tanto da casa como do terreno, todo gramado e arborizado pela família, e ainda decorado com pequenas esculturas (saci, sapo, gaivota, sereia, etc) feitas com argamassa pelo dono da moradia.

A Casa do Zeméco: "Em algum lugar do passado"

Eis acima, fotos do final dos anos 70/início dos anos 1980, da casa onde o artista plástico Zeméco foi morar na praia do Mar Grosso, em São José do Norte - RS - Brasil, quando ali ainda era o prédio da antiga usina a óleo diesel (desativada), que alimentara o balneário, até que a ligação por energia elétrica com a sede do município fosse concluída. Na postagem acima desta será publicada a foto recente da casa, que com o passar do tempo foi construída pelo próprio pintor e família. Há alguns anos atrás foi doado o terreno pela Câmara de Vereadores ao artista, em prol de seus serviços de divulgação e valorização do município, em âmbito nacional e internacional.
No detalhe da foto à direita, dona Hildette, esposa do pintor.

27.4.07

Pintura sobre telha portuguesa

Vejam como Zeméco sempre usa criatividade para pintar sobre diversos materiais. No foto acima, a pintura é feita sobre uma telha portuguesa. O motivo é Pescador na Lagoa.

Pintura em parquê


Zeméco também já pintou seus motivos em tamanho menor, sobre parquê, revestimento para piso. No detalhe acima, os motivos Capelinha e Pôr-do-sol.

Costaneiras II



O mesmo motivo (Capelinha) da postagem anterior, só que doutros ângulos. No detalhe, muro lateral da casa do artista (que faz divisa com a família de João Carlos São Bento, mais conhecido como Pombinha, em São José do Norte), na praia do Mar Grosso, onde Zeméco reside há quase 30 anos, tendo ao fundo o campo de instruções do 6º GAC - Grupo de Artilharia de Campanha, do Exército Brasileiro.

Costaneiras

Essa técnica de pintar os mesmos motivos na chamada costaneira (material utilizado com freqüêcia para fazer cercas em obras e pátios), tem dado a Zeméco outro destaque, visto que pintar nesse material, além de diverso do usual, proporciona um efeito de duas dimensões, já que o artista plástico aproveita a lateral para continuar a pintura. Sem falar que devido à curvatura da costaneira, o pintor tem que também usar uma outra perspectiva em sua confecção. No detalhe acima, foto do antes e depois da pintura.

14.4.07

Charge do futebol nortense na década de 1960


Mais uma charge de Zeméco sobre a rivalidade dos clubes de futebol de São José do Norte.
Cliquem duas vezes sobre a foto para perceber os detalhes do traço e da brincadeira feita em 25/09/1960, sobre a velocidade de um atacante nortense. Bertinho, o calvo à esquerda do desenho, além de jogador do Liberal (já falecido), foi casado com a prima de Zeméco, Maria Victória, que reside em Rio Grande.

Rivalidade entre Ferrari e Liberal

Mais uma charge de Zeméco, retratando a rivalidade dos times nortenses, quando no dia 06/11/1960, o Liberal amplicou uma sonora goleada de 5x1 sobre o Ferrari.
Cliquem duas vezes sobre a foto para verem maiores detalhes do desenho.

Zeméco e a rivalidade futebolística


No desenho acima, Zemeco retrata a rivalidade futebolística entre os times da capital: Inter e Grêmio, e os de São José do Norte: Ferrari e LIberal, em 11/09/1961.
O visitante deste blog que quiser ver melhor os detalhes dos desenhos nas fotos, poderá clicar 2 vezes sobre a mesma para ampliá-la.

Zeméco: desenhista

Iremos postar em breve, nesse blog, uma série de desenhos feitos pelo jovem Zeméco, entre os anos 1950 e 1960, que tratam de futebol e algumas HQs (histórias em quadrinhos), que deverão agradar os aficcionados pelo gênero, além do fato histórico que este representam para a cultura de São José do Norte e região.
No detalhe acima, uma charge de 31/10/1960, em que Zeméco faz uma brincadeira com o Liberal F. C., uma das mais tradicionais agremiações futebolísticas do município.

Motivo gauchesco 2


A foto acima é uma das inúmeras que Zeméco pintou com motivo gauchesco, em que o chapéu, o lenço e o rebenque retratados dão a falsa impressão de relevo.

Zeméco em Camboriú-SC

No arquivo de fotos desse blog, localizado à direita e abaixo, podem ser localizados vários motivos pintador por Zeméco no decorrer de sua carreira. Esse blog entrou em atividade em janeiro de 2007, e tem recebido além de colmentários e emails elogiosos, também a contribuição de pesssoas que não apenas admiram a obra de Zeméco, como a adquiriram e enviaram cópia de fotos de seus quadros, via e-mail: klaesroig@yahoo.com.br. Agradecemos e pedindo que quem tiver alguma obra do pintor, ainda que já exposta nesse blog, remeta para nós, pois um quadro nunca é igual ao outro. Muito obrigado a todos os que visitam e divulgam esse blog cultural.
Foto acima de Zeméco, em Camboriú-SC, quando de uma de suas exposições.

Boca da Doca


Uma das versões do motivo Boca da Doca, de autoria de Zeméco, e pertencente ao acervo do casal Antonio e Amélia Brasil, de Rio Grande - RS.

Tombamento cultural: obras de Zeméco

O Jornal Agora, de Rio Grande, em sua edição de 12/04/12007, no suplemento destinado ás notícias de São José do Norte, informou que o verreador nortense Leonardo Costamilan pediu o tombamento cultural das obras de Zeméco, tendo seu requerimento sido aprovado pela Câmara de Vereadores da Mui Heróica Villa.
Na justificativa de Costamilan consta que: "(...)a proteção aos bens culturais está estritamente ligada à vontade coletiva de conservar a memória representada por esse bem. A exist~encia dessa vontade social é que fez nascer a norma jurídica, cujo objetivo é dar respaldo institucional às ações que foram empreendidas no sentido de preservação da memória nacional. Tombamento é, pois, o meio jurídico através do qual o poder público determina que os bens culturais serão de proteção dizendo, inclusive, de que forma dar-se-á essa proteção.
Costamilan ainda salientou: "Entendo que Zeméco pelo trabalho que realiza com obras que hoje se espalham por várias cidades do Rio Grande do Sul e do Brasil, assim como em outros países, numa divulgação de São José do Norte, merece ter seu nome perpetuado através do tombamento de suas obras como verdadeiro embaixador de São José do Norte para além das fronteiras".
Zeméco, em 2007, completará 58 anos colorindo São José do Norte, onde nasceu em 20/07/1934, filho de Américo Segundo Roig e de Anna Rodrigues de Sá Roig.
Observação: Na foto acima, Zeméco em Camboriú-SC, quando de uma de suas exposições.

25.3.07

Zeméco e Ipirela

A foto acima mostra um flagrante, em 1970, da pintura feita por Zeméco na parede do posto de gasolina, em São José do Norte-RS, de propriedade da família Saraiva, que tinha como gerente o seu Pipa - grande amigo do pintor e proprietário da caminhonete Jandira, um popular calhambeque, que encantava jovens e adultos do município, e que não raras vezes dera carona ao pintor e seus filhos à praia do Mar Grosso.
A foto mostra a personagem Ipirela, que divulgava, através de variadas propagandas em jornais e TV, os produtos da empresa Ipiranga S.A., recentemente vendida ao consórcio liderado pela Petrobras. A Refinaria de Petróleo Ipiranga entrou em operação no dia 7 de setembro de 1937, na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul.
Ao lado da Ipirela, musa dos anos 1970, os dois filhos do pintor: Marco Antonio (2 anos) e José Antonio (6 anos).

Zeméco e família em 1980

A foto acima, de 1980, mostra Zeméco e familía na exposição de quadros na Colônia de Pescadores Z-2, de São José do Norte. Detalhe, da esquerda para a direita: os filhos José Antonio (16 anos), Sergio Antonio (11 anos), Virgínia (7 anos) e Marco Antonio (12 anos), a esposa Hildette e o pintor.

Zeméco em Piratini - RS

Em 1991, a convite da Secretaria Municipal de Cultura de Piratini - RS, Zeméco esteve mostrando sua obra no espaço cultural do Banco do Brasil, naquele município, acompanhado da profª Marisa Porto Amaral (lado direito), então, Secretária Municipal de Educação de São José do Norte, e da profª. Maria Elvira Braga (do lado esquerdo), então, supervisora da SMEC-SJN, na administração Pedro Zogbi.

Rio Grande: fachadas do passado


O talentoso artista plástico rio-grandino João Ely (foto), organizou uma exposição intitulada "Rio Grande: fachadas do passado", especialmente para a comemoração dos 22 anos de fundação do Centro Municipal de Cultura "Inah Emil Martensen", atividade esta integrante da programação da 11ª Festa do Mar, que realizar-se-á, de 27 a 08/04/2007.
A exposição de João Ely encontra-se aberta à visitação desde 23/3, na Galeria Municipal de Artes. Conforme noticiado pelo Jornal Agora, de Rio Grande: "Rio Grande: fachadas do passado", retrata com muita riqueza de detalhes a arquitetura das fachadas, dos frontões e dos balaústres de prédios de nossa cidade".
Também na Galeria do Acervo do CMC, a Fototeca Municipal reune uma série de imagens antigas que deram origem a mostra "A memória urbana documentada nos trilhos dos bondes, Rio Grande-RS".
Por fim, na Sala Abeillard Barreto, estarão as fotografias que pertencem ao acervo de Patrick Picaluga, que serviu de suporte para a exposição "Rio Grande: seu porto, navios e encantos". O CMC, localiza-se na rua Marechal Floriano, 91, e estará aberto a visitação de 26 de março a 24 de abril, de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30min e das 13h30min às 18h30min. A entrada é franca.

17.3.07

Zeméco e equipe de cinema

Foto de Zeméco, ao lado do Restaurante Caramujo, na praia do Mar Grosso, em São José do Norte-RS-Brasil, com a equipe da produtora cinematográfica Gripa, de São Paulo, que produziu o vídeo "Ao Sul da Paisagem", em que o pintor nortense foi um dos entrevistados. E referido vídeo já foi mostrado por diversas vezes na programação da TV Escola.

Fachada da Mesbla

Foto da fachada da Loja Mesbla, em Porto Alegre, em 1960.

Vitrines da Mesbla II



As fotos ao lado (1963), retratam a decoração das vitrines da Loja Mesbla, em Porto Alegre, em sua maior parte, feitas por Zeméco, que era desenhista e vitrinista da empresa.
O pintor nortense era auxiliar de Antonio Rossi, que além de supervisor, tornou-se um grande amigo de José Américo Roig.
Percebam o detalhe da marca do refrigerador (Frigidaire), que por muito tempo ficou associada a do equipamento, a exemplo de xerox para fotocopiadora, gilette para laminar de barbear, etc. Quase sempre o nome do produto precursor tornou-se sinônimo do equipamento.

Vitrines da Mesbla


As fotos acima (1964), retratam a decoração das vitrines da Loja Mesbla, em Porto Alegre, em sua maior parte, feitas por Zeméco, que era desenhista e vitrinista da empresa.

Príncipe Faissal

Retrato do Príncipe Faissal, da Arábia Saudita, assassinado no Oriente Médio, na década de 1970. Tela datada de 1977 e pertencente ao acervo de Lélia Lydia Roig, irmã do autor.

Flores

Tela com motivo floral, presenteada por Zeméco à sua mãe (falecida em 1984). Pintura feita em 1980, hoje pertence ao acervo de Lélia Lydia Roig, irmã do autor.

11.3.07

Motivo campeiro

Foto de três quadros de Zeméco, com motivos campeiros.

Retratos


Foto em preto e branco (tirada na década de 1980) de Zeméco ao lado dos retratos de Daysienne e Lílian Nascimento (no alto), e da poetisa cega Delfina Benigna da Cunha (abaixo), natural de São José do Norte, que lançou o primeiro livro no Rio Grande do Sul, em 1834.

Liberal Futebol Clube II


Foto de um chaveiro comemorativo do Liberal Futebol Clube, com desenho feito por Zeméco.

Liberal Futebol Clube


Croqui, feiro por Zeméco em 1976, de parte do estádio do Liberal Futebol Clube e do mascote do clube (o Vovô), um dos times mais tradicionais de São José do Norte, que teve como um de seus fundadores seu tio.

Exposição Colônia de Pescadores Z-2

Foto da mostra de quadros, ocorrida no ano de 1980, na Colônia de Pescadores Z-2, de São José do Norte. No detalhe, Zeméco, esposa Hildette e filhos.

Zeméco em família

Essas duas fotos do álbum de família, da década de 1970, mostram Zeméco, esposa Hildette e filhos (por ordem de altura): José Antonio, Marco Antonio, Sergio Antonio e Virgínia, próximo ao que hoje é o bairro Cidade Alta e na escaria da Igreja Matriz São José (na época, chamada de Nossa Senhora dos Navegantes), em São José do Norte - RS - Brasil.

Painel vivo


Essa foto, datado do início dos ano 1960, trata-se de uma brincadeira de Zeméco. Um painel quase vivo, feito para a vitrine da Loja Mesbla, em Porto Alegre, de uma moça feita em eucatex, posando sentada no colo de seu autor. O artista nortense tem várias histórias das famosas "pegadinhas" aplicadas aos seus colegas de trabalho. Essa foi uma delas.

10.3.07

Reclame Loja Ibraco 1960


Eis um dos vários reclames (material promocional) das Lojas Ibraco, de Porto Algre, elaborados pelo jovem desenhista Zeméco, quando trabalhou no início dos anos 1960, na capital dos gaúchos. O desenho a lápis é datado de 1960, e trata de comercial de máquina de costura.

As cantoras do rádio

A partir desta postagem, que trata-se de um desenho a nanquim das "cantoras do rádio" Adelaide Chioso e Eliana, serão colocadas, neste espaço virtual e cultural, uma série de fotos de desenhos a lápis, nanquim, etc., feitos por Zeméco, ainda jovem, alguns deles com mais de 50 anos.
Na época, Zeméco assinava o nome completo: José Américo Sá Roig, embora, quando do registro civil, tenha ficado sem o nome materno.

Palhaços


Mais duas fotos de telas da série Palhaços.

3.3.07

Zeméco - Uma vida de artes


Foto da capa do DVD Uma Vida de Artes - A História de Vida de José Américo Roig (o Zeméco), produzido pela APHAC - Associação do Patrimônio Histórico Artístico e Cultural de São José do Norte - RS - Brasil.